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Publicada em 01 de Novembro de 2017 ás 11:57:53
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Galo defende uso da tecnologia para reduzir assaltos a bancos

 O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembleia Legislativa, deputado Marcelino Galo (PT), defendeu ontem, durante audiência pública que discutiu a violência e assaltos a bancos na Bahia, o investimento pelas empresas do sistema financeiro em tecnologias que impeçam este tipo de ocorrência, principalmente no interior do estado. O evento foi proposto pelo deputado Adolfo Viana (PSDB). A Bahia está em primeiro lugar no ranking de ataques a bancos no país.

 
Para Galo, é possível ter alternativas tecnológicas que inviabilizem as ações dos bandidos e garantam à população e ao trabalhador segurança no acesso aos serviços bancários. “O Estado da Bahia tem feito um esforço muito grande, que resultou na diminuição em 59% nos casos de ataques a bancos no primeiro semestre. Mas uma andorinha só não faz verão. É preciso que os bancos, que lucram muito, garantam investimentos em tecnologias para inviabilizar as ações dos bandidos”, disse o parlamentar.
 
O petista destacou que o modo de atuar dos criminosos é o mesmo aplicado em outros estados brasileiros. “Isso prova que é preciso uma ação articulada das forças de segurança pública no combate ao crime organizado, que envolva também a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Federal, que sofrem o desmonte imposto pelo governo com o corte de 45% e 44%, respectivamente, nos seus orçamentos. Com a fiscalização fragilizada nas estradas federais, o crime organizado ganha força”, lembrou. 
 
O parlamentar considera que a população, o aposentado, o trabalhador, não pode ser penalizada pela omissão das instituições. Ele também criticou o fato da população ter que se deslocar até 40 km de sua cidade, devido ao fechamento de agências. Participaram representantes do Sindicato dos Bancários da Bahia, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), das polícias Militar, Federal e Rodoviária Federal, além do deputado Soldado Prisco.
 
SEGURANÇA
 
Foram discutidos diversos outros assuntos relativos à segurança pública com a necessidade de modernização no combate ao crime, a criminalidade como um todo, blindagens e a situação dos presídios. A Bahia está em primeiro lugar no ranking de ataques a bancos no país. De 2013 a 2017 foram registradas 265 ocorrências.
 
“Se os índices da criminalidade continuam crescendo é porque estamos colocando em prática os mesmos modelos, fachando os olhos para o que a realidade está a nos dizer e a gritar conosco o tempo inteiro. Que o caminho está errado. E alguma coisa tem que ser feita com estratégica para ajudar às comunidades que estão passando por esta situação árdua, a criminalidade que nos cerca”, disse Mario Lima, presidente do Sindicato da Polícia Federal. 
 
Além dele, participaram do encontro Marcelo Carvalho (Polícia Federal), delegado Marcelo Costa (diretor do Departamento de Opressão ao Crime Organizado da Polícia Civil), o tenente-coronel Cerqueira e o tenente-coronel Autamar, ambos da Polícia Militar.
 


ASCOM / ALBA

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